
Um dia, isso vai ser antigamente.
A gente manda uma pergunta por vez para a sua família. Cada um responde quando dá e como dá: falando, mandando uma foto, escrevendo. A gente organiza tudo numa linha do tempo que se constrói sozinha.
O conteúdo é de hoje, o material é de sempre
Simples para uma mãe cansada às duas da manhã. E para um avô de 81.
Para quem está começando
A mãe conta
Nada para instalar
As perguntas chegam por mensagem. O acervo é um link vivo que a família abre no navegador.
Nenhuma pergunta pede um ano
A gente descobre o ano. Você só conta a história. Quando não dá para ter certeza, a linha mostra um intervalo.
Cada um lembra do seu jeito
Duas versões da mesma história ficam juntas. A divergência também é memória.
Nada é obrigatório
Ninguém deve resposta. Lacuna não é erro, é como a memória funciona.
Do caderno de um filho à família inteira.
Quem está na lista fica sabendo dos preços antes de todo mundo.

O antigamente de amanhã começa hoje.
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